terça-feira, 2 de abril de 2013

Deixa?


Te ligar para perguntar como foi o seu dia. Te mandar mensagem só pra te lembrar o quanto você é especial, ou pra dizer que estava pensando em você. Te abraçar. Te acordar com uma cesta de café da manhã. Te fazer sorrir. Te buscar pra passar o final da tarde na praia pra ver o sol se por. Te fazer um cafuné. Te olhar enquanto você dorme. Te acordar com um sorriso. 
Andar de mãos dadas por aí. Ir contigo no cinema. Curtir um show, uma festa, uma balada. Dançar com você. Dançar pra você. Cantar pra você.
Segurar sua mão. Beijar sua testa. Olhar seus olhos. Te pegar no colo. Te jogar na cama. Te encher de carinho. Te dar amor. 
Te trazer paz e algo mais. Te fazer rir. Te fazer suspirar. Te encantar. Te fazer feliz. Te surpreender.
Te conhecer todos os dias. Te conquistar todos os dias.
Sair de casa altas horas só pra te dar um beijo de boa noite. Te mimar. Te ligar e te dar 30 minutos para arrumar sua mochila e sair por aí sem destino.
Te compreender. Te respeitar. Te dar espaço. Te ouvir. Te dizer. 
Te beijar. Te cuidar. Te ter. 

Eu faço tudo isso e mais um pouco se você quiser, se você deixar, se você ficar...Comigo!

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quinta-feira, 28 de março de 2013

Tudo que eu escrevo é sobre...




Um papel. Um lápis.
Uma história. Um pensamento.
Uma saudade. Uma lembrança.

Uma mensagem. Uma ligação.
Uma voz. Um carinho.
Um desejo. Um sentimento.

Traduzir tudo isso para uma folha branquinha,
À espera de sentir o desenhar das linhas escritas,
Descrevendo qualquer vestígio de inspiração.

Como se fosse possível comparar o texto com o raio x do coração.
Como se fosse possível não resumir toda escrita com apenas uma palavra:
VOCÊ!

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Pense o que quiser.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Espelho que eu me olho pra você me ver




E tem sido assim.
Interrogando, dia após dia, o espelho.
Não pela beleza, ou por simplesmente ver se está "tudo ok".
Olho e interrogo quem eu sou. Que imagem é essa que eu estou refletindo?
Foi em meio à esses questionamentos, que passei a me despir.
Exatamente isso... Despir.
Deixar de lado as máscaras, os medos, os complexos.
Ser quem eu sou, me amar e me aceitar assim.
Quem nunca ouviu a música do Renato Russo que diz que ''mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira"?
Não mentir pra si mesmo é se olhar no espelho e se reconhecer.
É encontrar a verdade, e sobretudo, expressar essa verdade.
Evitei por tantas e tantas vezes olhar para esse reflexo. 
Medo? Insegurança? Talvez até mais que isso.
Mas hoje, eu vejo, encaro e vou além.
Porque ainda tenho MUITO o que descobrir de mim.
Porque se conhecer é sem dúvidas uma das tarefas mais difíceis que existe... E mais prazerosas também.

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Sem mais.


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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Reticências...





Um sorriso, um olhar.
Uma mensagem, uma brincadeira, uma ligação.
Um bombom, um e-mail, um encontro.
E não tão difícil acontecer... Um beijo.
E desde então foi assim... 
Os encontros começaram a ter mais frequência, ainda que com pouca demora.
Era a melhor hora do dia. 
Era o momento em que podíamos rir, conversar, relaxar, acarinhar...
E fazia bem... Tão bem!
Se o carro falasse, confirmaria cada linha escrita acima.
Era, sem dúvidas, um doce novembro...
Mas aí chegaram as férias... O fim de ano... E com ele as limitações.
No lugar dos sorrisos, as dúvidas.
No lugar dos beijos, o pedido de espera.
No lugar das ligações, o ocupado.
Uma conversa, uma decisão.
Um risco, uma indefinição.
Não sei se esperei, ou se ainda espero.
Não sei se quis, ou se ainda quero.

Onde eu clico para apagar da mente todos os beijos, abraços, passeios, carinhos, sorrisos, que sem querer, desejei para nós dois?

Talvez tenha sido pelo fato da nossa história não chegar à lugar algum, que a interrogação insiste em permanecer em meus pensamentos.
Mas uma coisa é certa: Pior do que o ponto de interrogação, é a reticências de algo que não teve fim...

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Pense o que quiser! 

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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

O que aconteceu?

Ele a conheceu.
Ela o recebeu.
Ele a procurou.
Ela se esquivou.
Ele arriscou.
Ela se amedrontou.
Ele se declarou.
Ela se calou.
Ele sentiu.
Ela reconheceu.
Ele desistiu.
Ela fingiu.
Ele mudou.
Ela permaneceu.
Ele recomeçou.
Ela se arrependeu.
Ela disse ''olá''.
Ele disse ''adeus".

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Pense o que quiser :)

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domingo, 26 de agosto de 2012

Choque térmico




Respirou fundo. Olhou para os lados. Atravessou as pistas por entre os carros.
Não se contentou em olhar da calçada. Era necessário pisar na areia, sentir a onda quebrar em seus pés.
Por um momento sorriu. Mas logo percebeu que a água estava demasiadamente gelada.
A vontade real da menina era se jogar mar a dentro. Então, se arriscou.
Se despiu, se permitiu, mergulhou.
No começo até esqueceu o quanto aquela água era gelada. Não importava! Ela queria estar ali.
O tempo foi passando...
O corpo começou a apresentar sintomas de que aquela temperatura estava muito baixa.
Ela era quente, a água era fria. Um possível choque térmico.

Cogitou a possibilidade de sair. Porém, nada naquele momento a deixava mais feliz do que estar naquele mar.
Começou a ventar...
As ondas pouco a pouco começaram a aumentar. Ficava cada vez mais difícil continuar ali.
Ela insistiu.
Mais um pouco de tempo... Um espirro.
Mais outro pouco de tempo... Uma tosse.
E foi assim que, mesmo ela gostando muito de estar naquele lugar, torcendo para que a temperatura da água subisse, ela percebeu que não a fazia tão bem quanto pensava.
Estava muito frio, entende?
Ela precisava de algo para aquecê-la.

Saiu do mar... 
Se vestiu...
Olhou para trás e disse: "- Ninguém consegue aguentar frieza por muito tempo."
E partiu.

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Sinta-se à vontade para entender da maneira que te convém.


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quinta-feira, 5 de julho de 2012

O que se perdeu...




Alguém se aproxima e dispara a pergunta:
"Tem visto o...?"

E é como se o frio tivesse invadido o estômago, sem nem pedir licença.
Mesmo sem ter mencionado o nome, sabia de quem se tratava. 

E é sempre assim: A voz embarga, os olhos parecem não ter direção.
O coração aperta e da boca sai um ''não'' quase que imperceptível.
Pronto. É o suficiente para ficar em estado de hipnose.
O olhar parecer ter encontrado um ponto fixo, mas a mente parece estar à vaguear.
Tudo o que mais queria era realmente ter visto, estar perto, de preferência junto. 
Entretanto, já não era mais possível...
Outra pessoa se aproxima:
"Vamos sair hoje? Vai rolar uma boa que você não pode perder."

Mas não existia nenhuma boa, nenhum show, nenhuma festa, nenhum lugar ou nenhuma pessoa, que pudesse substituir o que de mais importante havia sido realmente perdido...


VOCÊ!




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